terça-feira, 12 de julho de 2011

ACEITAÇÃO E MUDANÇA

ACEITAÇÃO E MUDANÇA
GUSTAVO BOOG


Desde o lançamento do meu livro “Faça a Diferença!”, tenho apresentado e discutido com centenas de pessoas o conceito de poder pessoal, que é a afirmação do“eu posso”. Poder pessoal é ter nas mãos as rédeas da própria vida. É ter auto-estima elevada. É estar harmonizado e em equilíbrio. É sair do papel de vítima. É aceitar as coisas como elas são. 
E é nesta última parte, o aceitar as coisas como elas são, que as pessoas geralmente discordam energicamente do conceito. “Como posso ter poder pessoal e aceitar as coisas como elas são?”, “Aceitar não significa ficar parado e passivo?” são as perguntas mais comuns. Aceitar é confundido com passividade, com paralisia, com falta de interesse ou com falta de ação; o conceito na realidade é exatamente o inverso, pois quando eu aceito as coisas como elas são, eu resgato minha força e poder de transformar. 
Aceitar não quer dizer que eu possa fazer as coisas voltarem a ser como eram. Aceitar não significa estar feliz e contente com os acontecimentos. Aceitar não é aprovar o ocorrido. Mas aceitar significa ficar aberto às mudanças, a rever referenciais e formas de perceber e agir. Quando isto ocorre saímos do papel de vítimas das circunstâncias, para podermos  realizar com disposição as mudanças que precisam ocorrer.
Quando não aceito integralmente, com a mente e o coração, estou tentando, muitas vezes em desespero, restaurar o padrão ou situação anteriores, que talvez eram cômodos e confortáveis. Aceitar significa abrir-se à mudança. 
Estou lendo com muito entusiasmo o livro “Um dia minha alma se abriu por inteiro”, de Iyanla Vanzant, da Editora Sextante. Neste livro é feita uma citação de James Baldwin, que diz “você não consegue consertar o que não consegue encarar”. Esta é uma grande e fundamental verdade: como consultor tenho visto tantas empresas investirem muito dinheiro em programas que não levam a nada, pois seus dirigentes não conseguem encarar a realidade de suas organizações e detectar as verdadeiras causas de suas dificuldades. Como terapeuta em processos de counseling fico muitas vezes estimulando o cliente a não ficar “rodeando” os temas centrais, não querendo ou podendo encarar de frente as causas de sua indecisão, irritação ou depressão. 
O encarar e aceitar a dificuldade que estamos vivenciando é o primeiro e decisivo passo para tomar as decisões certas para as mudanças. Num tempo como o nosso, de rápidas e profundas mudanças, deixar de aceitar a realidade é abdicar do direito de fazer escolhas conscientes. Aceitar uma realidade é como ingressar num rito de passagem: deixar o velho e ingressar no novo. A aceitação é um aviso que nos diz que agora é preciso mostrar fibra e coragem. É um presente que nos convida a agir. 
Cynthia Kemp Scherer tem afirmado tantas vezes “everything is perfect” (tudo está perfeito). Eu levei muito tempo para entender que a perfeição não significa “obra acabada”, mas antes que a sabedoria de todos os momentos, que são perfeitos, significa que a pessoa está passando pela experiência que tem que passar e que o Universo a presenteia com a oportunidade de decidir o que tem que ser decidido e agir, realizando as ações que necessitam ser tomadas. Tudo está perfeito significa você aceitar totalmente a experiência que está passando e agir em cima disto, mobilizando as ações que precisam ser tomadas. Aceitar a realidade como ela é significa olhar para o futuro, para as transformações que precisam ser concretizadas. Só assim as pessoas, equipes e organizações se desenvolvem; a não aceitação significa ficar patinando na busca de soluções que no máximo irão resolver momentaneamente os efeitos, mas não solucionar as causas.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Relato sobre o projeto UCA

Imagem de Maristela Midlej
ESCOLA ESTADUAL LINDEMBERG CARDOSO - Salvador
por Maristela Midlej - quinta, 7 abril 2011, 12:07
Relato

No dia 03/02/2010 tivemos, juntamente com o NTE (Kleber, Selma e Lea), o segundo encontro de formação da Escola Estadual Lindembergue Cardoso. Do total de 24 professores, contamos com a presença de 16 que tiveram a oportunidade de externar suas expectativas, demandas e anseios em torno no uso dos laptops em sala de aula. A escola recebeu 550 computadores e possui mais de 600 alunos, existindo, portanto, a necessidade de uma complementação. Desses recebidos 3 já apresentaram defeito. Apresentamos de modo panorâmico o projeto, bem como a estrutura geral da formação. Tivemos dificuldade em ampliar as discussões por não contarmos com a internet, o que inviabilizou o acesso aos Ambientes virtuais de aprendizagem.
Além da dificuldade de acesso, a escola está muito aquém de uma estrutura minimamente adequada para o trabalho com os notebooks. Não possui acesso a internet e nem pega celular o que inviabiliza também a utilização da internet móvel. Para que as atividades de formação pudessem ser encaminhadas dentro de um ambiente virtual de aprendizagem, os dois próximos encontros de formação vão ocorrer nos dias 15 e 16\02. Faremos uma reunião de planejamento no dia 10\02 para este encontro de formação. Sentimos a necessidade de buscar, de algum modo, o acesso a internet na unidade escolar para que o objetivo da inclusão digital dos alunos seja alcançado. A quem podermos recorrer?


(Editado por Erica Bastos - domingo, 14 novembro 2010, 21:02)

Projeto UCA Lindembergue Cardoso

Projeto UCA (Um Computador Por Aluno) na escola Estaudla Lindembergue Cardoso





Professore da Escola Estadual Lindembergue Cardoso, participam no IATR e no NTE, da formação para o UCA sob a coordenação da Falculdade de Educação.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
PortalWikipédia possui o
Portal da Música Erudita
Lindembergue Rocha Cardoso (Livramento de Nossa Senhora30 de junho de 1939 - Salvador23 de maio de 1989) foi um compositorregente e educador.
Graduado em Composição e Regência pela Escola de Música da Universidade Federal da Bahia(UFBA), em 1974, sob a orientação de Ernst Widmer. Como professor do curso de graduação emmúsica da UFBA, lecionou Folclore, Canto Coral, Composição, Instrumentação, Literatura e Estruturação Musical, e Percepção.
Participou assiduamente de importantes cursos e festivais de música do Brasil, como o Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais, no qual atuou entre 1972 e 1982, e o Curso Internacional de Verão de Brasília, em que lecionou anualmente, entre 1976 e 1980).
Foi membro fundador do Grupo de Compositores da Bahia (1966), liderado pelo compositor Ernst Widmer, e do qual também participavam Fernando Cerqueira, Nicolau Kokron, Milton Gomes, Rinaldo Rossi, Antonio José Santana Martins (Tom Zé) e Jamary Oliveira.[1]
Foi também co-fundador da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea (1972), da qual foi Secretário Geral entre 1974 e 1982.
Em 13 de outubro de 1988 ingressou na Academia Brasileira de Música, ocupando a cadeira nº 33.
Quando faleceu, aos 49 anos, era vice-diretor da Escola de Música da UFBA, desde 29 de novembro de 1988.

[editar]Obra

Lindembergue Cardoso deixou uma obra vasta, abrangendo distintos gêneros - música de concertopopularreligiosaópera e música incidental - e vários meios e formações instrumentais: coro a cappella, voz solista e instrumentos, coro e instrumentos, instrumento solo, conjuntos de câmara de várias formações, banda, banda e coro, orquestra de câmera, orquestra sinfônica, orquestra e vozes.
Sua produção classificada chegou ao opus 110 - sem contar arranjos, orquestrações, composições no gênero popular, trilhas para cinema, música para espetáculos de dança, teatro de bonecos e eventos religiosos.

[editar]Prêmios

Treze obras suas foram premiadas no Brasil:
  • Via Sacra (1º Prêmio na II Apresentação de Jovens Compositores da Bahia, 1968)
  • Kyrie-Christe (1º Prêmio do Concurso de Composição dos Institutos Goethe do Brasil, 1971) * Relatividade I, op. 69 (1º Prêmio do Concurso Nacional de Composição Conjunto Música Nova da UFBA, 1981)
  • 9 Variações para fagote e orquestra de cordas (1º Prêmio do Concurso Nacional de Composição Conjunto Música Nova da UFBA, 1985).
Várias de suas obras foram premiadas, tais como Procissão das Carpideiras (I Festival de Música da Guanabara, 1969), Espectros (II Festival de Música da Guanabara, 1970), Os atabaques de Pombagira (Concurso Nacional de Composições e Arranjos Corais sobre Temas Folclóricos Brasileiros, BH/MG, 1974) e Suitemdó (Concurso Latino Americano de Composição, Salvador, 1979)[2]

Referências


 Lançado CD "Música Contemporânea Brasileira" de Lindembergue Cardoso.
 CD de Portugal contém música de Lindembergue.
 LSBPC Cultural homenageia o Maestro Lindembergue Cardoso.
abr/08
Quinteto Villa-Lobos grava obra do Maestro Lindembergue em CD.
mar/08
Coral Canarinhos da Terra, de Campinas, grava CD dedicado a Lindembergue Cardoso, com obras e arranjos do Maestro.
mar/08
Maestro português Roberto Pérez defenderá tese de Doutorado sobre Lindembergue Cardoso em Portugal.
out/07
Homenagem a Lindembergue Cardoso na Casa Cor Bahia.
set/06
Alunos do Colégio Salesiano visitam o Memorial no projeo "Canções que a Gente Gosta de Ouvir".
jun/06
Ópera Lídia de Oxum foi tema da escola Nenê de Vila Matilde no Carnaval paulista em 2006.
nov/05
Cobra Norato foi apresentado na França em novembro
nov/05
Temporada do espetáculo Auto das Pastorinhas em Belo Horizonte - MG
nov/05
Missa Nordestina no Festival de Musica Sacra de Campinas - SP
jun/05
Projeto Canarinhos da Terra Cantam Lindembergue Cardoso se apresentará em Salvador em julho.
jun/04
Lançada coletânea "Memória - Lindembergue Cardoso", composta de 3 CDs com obras importantes do Maestro.
set/03
Foi realizada nos meses de agosto e setembro, na Casa da Música, a "Exposição Lindembergue Cardoso"
abr/03
Kyrie Christe apresentado na Alemanha.
dez/01
Lançado o CD "Música Contemporânea Brasileira", de Lindembergue Cardoso
ago/01
CD de Portugal contém música do Maestro Lindembergue
jul/01
Lindembergue Cardoso é homenageado na reunião da SBPC
  

Amar ao Próximo

Condenando-se a pedir esmola, o homem se degrada física e moralmente: embrutece-se. Uma sociedade que se baseia na lei de Deus e na justiça deve prover à vida do fraco, sem que haja para ele humilhação. Deve assegurar a existência dos que não podem trabalhar, sem lhes deixar a vida à mercê do acaso e da boa-vontade de alguns.
        O que merece reprovação não é a esmola, mas a maneira por que habitualmente é dada. O homem_de_bem, que compreende a caridade de acordo com Jesus, vai ao encontro do desgraçado, sem esperar que este lhe estenda a mão.
        A verdadeira caridade é sempre bondosa e benévola; está tanto no ato, como na maneira por que é praticado. Duplo valor tem um serviço prestado com delicadeza. Se o for com altivez, pode ser que a necessidade obrigue quem o recebe a aceitá-lo, mas o seu coração pouco se comoverá.
        Lembrai-vos também de que, aos olhos de Deus, a ostentação tira o mérito ao benefício. Disse Jesus: "Ignore a vossa mão esquerda o que a direita der." Por essa forma, ele vos ensinou a não tisnardes a caridade com o orgulho.
        Deve-se distinguir a esmola, propriamente dita, da beneficência. Nem sempre o mais necessitado é o que pede. O temor de uma humilhação detém o verdadeiro pobre, que muita vez sofre sem se queixar. A esse é que o homem verdadeiramente humano sabe ir procurar, sem ostentação.
        Amai-vos uns aos outros, eis toda a lei, lei divina, mediante a qual governa Deus os mundos. O amor é a lei de atração para os seres vivos e organizados. A atração é a lei de amor para a matéria inorgânica.
        Não esqueçais nunca que o Espírito, qualquer que seja o grau de seu adiantamento, sua situação como encarnado, ou naerraticidade, está sempre colocado entre um superior, que o guia e aperfeiçoa, e um inferior, para com o qual tem que cumprir esses mesmos deveres. Sede, pois, caridosos, praticando, não só a caridade que vos faz dar friamente o óbolo que tirais do bolso ao que vo-lo ousa pedir, mas a que vos leve ao encontro das misérias ocultas.  Sede indulgentes com os defeitos dos vossos semelhantes. Em vez de votardes desprezo à ignorância e ao vício, instruí os ignorantes e moralizai os viciados. Sede brandos e benevolentes para com tudo o que vos seja inferior. Sede-o para com os seres mais ínfimos da criação e tereis obedecido à lei de Deus.
SÃO VICENTE DE PAULO

Juventude Brasileira




Retrato social da juventude brasileira

O Brasil é o país com o maior número de jovens no Cone Sul. E também o que maior número de problemas têm. Quase metade sobrevive com até meio salário mínimo. Tratar a exclusão social é um dos grandes desafios de governos e população civil.